quinta-feira, 16 de junho de 2011

O QUE É LIBRAS?

(Texto retirado do site www.libras.org.br)

Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.

Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.

Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.

O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.

O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.

Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.

Os seus usuários podem discutir filosofia ou política e até mesmo produzir poemas e peças teatrais.

Informações Técnicas:

1- LIBRAS

A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa.

As Línguas de Sinais não são universais. Cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.

Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.

2- Sinais

Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos. Nas línguas de sinais podem ser encontrados os seguintes parâmetros que formarão os sinais:

2.1- Configuração das mãos: São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita para os destros ou esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos.

Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.

2.2 -Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante configurada, ou seja, local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro.

2.3 -Movimento: Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR e EM-PÉ não têm movimento; já os sinais EVITAR e TRABALHAR possuem movimento.

2.4 -Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial.

2.5- Orientação/Direção: Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Assim, os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade.

3 -Convenções da LIBRAS

3.1- A grafia: os sinais em LIBRAS, para simplificação, serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula. Ex.: CASA, INSTRUTOR.

3.2 -A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen. Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E.

3.3 -Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.

3.4 -As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)

3.5- Os pronomes pessoais: serão representados pelo sistema de apontação. Apontar em LIBRAS é culturalmente e gramaticalmente aceito.



Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.



LIBRAS

Com  a inclusão da disciplina de Libras no Curso Normal, várias atividades significativas estão sendo desenvolvidas pela profª Silvete, visando a prática dos sinais.
Uma das atividades que envolveu a turma foi a escolha de um sinal que caracterizasse cada aluna.
Confira os sinais escolhidos:













CONTOS GAUCHESCOS



A profª Juraci Mantay  trabalhou com a Turma 30, na disciplina da Literatura, os Contos Gauchescos de Simões Lopes Neto. As alunas foram divididas em grupos para que estudassem um dos Contos, procurando apresentá-lo à Turma de forma criativa e dinâmica.
Os contos apresentados foram os seguintes:
  • Deve um Queijo- Aline e Daniela
  • Penar de Velhos- Estela
  • Jogo do Osso- Taís, Flávia e Patrícia
  • No Manantial- Júlia, Sinara e Alessandra
  • Mate de João Cardoso- Anatã
  • Chasque do Imperador- Anatã
  • Trezentas Onças- Fátima e Carine
  • Melancia -Coco Verde- Kamile e Camila
  • Os cabelos da China- Ana Luiza e Carina
  • Batendo Orelha- Thaís, Andressa e Alana
  • Negro Bonifácio- Thaís, Andressa e Alana
  • Boi Velho- Claúdia
  • O anjo da Vitória- Pâmela, Núbia e Ruthiely

Comentários sobre a obra- CONTOS GAUCHESCOS:

"Simões Lopes Neto é o maior dentre todos os regionalistas até os dias atuais. Sua obra constitui, simultaneamente, a síntese do acervo anterior e uma criação original, funcionando como verdadeiro divisor de águas.”

Flávio Loureiro Chaves

Blau Nunes, velho peão e guerreiro, protagonista dos Contos Gauchescos (1912), é o vaqueano que conduz o viajante através dos pagos. Trata-se aqui do portador de um conjunto de valores que expressa a imagem do gaúcho gerada pela tradição coletiva: a grandeza, a hospitalidade, a amizade, a confiança, a audácia e a perspicácia.

Ocorre que a jornada não estabelece apenas um itinerário geográfico em busca das paragens típicas; também é um percurso existencial, pois o tapejara narra os casos de que participou, traçando a própria autobiografia. Mas esta coincide, ainda, com um período crucial da história do Rio Grande do Sul e a sucessão episódica oferece um panorama a oleitor: as lutas de fronteira, o desenvolvimento do contrabando, a Revolução Farroupilha, a Guerra do Paraguai, finalmente a transformação dos campos aertos em propriedade dos estancieiros-soldados que tudo mandam e tudo podem.

O discurso simoniano ultrapassa, portanto, o mero localismo pitoresco e, na sua abrangência, engloba a tradução de um código ético, o testemunho histórico, a revelação psicológica. No fundo de tudo isto reside o substrato folclórico, a utilização literária da fala dialetal, sempre confrontando o homem e a natureza, infundindo uma qualidade simbólica ao mundo imaginário. No resultado final encontramos um desses raros momentos em que o regionalismo brasileiro se desprende do simples documentário para beirar o território do mito."



WWW.paginadogaucho.com.br


    segunda-feira, 13 de junho de 2011

    JOGOS PEDAGÓGICOS

    A profª Ineiva desenvolveu com a Turma 30, na disciplina de Didática da Matemática, jogos pedagógicos de BINGO, LOTO E BARALHO, para trabalhar em sala de aula a compreensão da tabuada. As alunas formaram pequenos grupos onde exercitaram várias possibilidades de atividades com os jogos.













    Horários para orientação de Estágio

    Junho
    Dia 13- segunda-feira : Jéssica ( 19 horas)

    Dia 14- terça-feira: Patrícia ( 14 horas)

    Dia 15- quarta-feira: Elisa ( 19 horas)

    Dia 16-quinta-feira: Marciléia ( 07h30min)

    Dia 16- quinta-feira: Cássia ( 09h30min)



    Atenciosamente

    Profª Fátima

    SEMINÁRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

    •  Data: 11/07 (segunda-feira)


    •  Local: sala de vídeo

    • Horário: 8h

    •  Turmas do Curso Normal que irão assistir: 10, 20 e 30

    •  Tempo para cada estagiária: entre 10min a 15min

    •  Aspectos a serem abordados:

    a) nome da escola, regente, série, nº de alunos,outras questões relevantes em relação à turma...

    b) nome de todos os projetos;

    c) dificuldades em relação : aos alunos, escola, regente, planejamento, projetos, atividades, relacionamento...

    d)  superação dessas dificuldades...

    e)  detalhar um projeto, de preferência o que obtiveram maior êxito, passo a passo,utilizando slides dos melhores momentos

    f)  recursos e materiais concretos mais utilizados, historinhas, técnicas, passeios,viagens de estudos... planejamento...

    g) como foi trabalhado as áreas do conhecimento???

    Atenciosamente
    Professoras Fátima e Neiva
    Supervisoras de Estágio

    AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

    MODELO DE FICHA  PARA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO


    Estagiária:
    Série de Estágio:                Nº de Alunos:

    Regente:                              Escola de Estágio:

     

    •  Cite os projetos desenvolvidos durante o Estágio, enfocando as atividades mais significativas de cada projeto:

    •  Quais as principais dificuldades do Estágio que:
    • Foram solucionadas:
    • Ainda persistem:


    •  Como você avalia o Estágio:
    Pontualidade/horários :

    Ética/sigilo :

    Postura Estética :

    Disponibilidade/ boa vontade :

    Comprometimento/entrosamento :

    Respeito alunos/professores :

    Organização dos alunos em sala :

    Organização estética da sala :

    Atividades diversificadas :

    Interdisciplinaridade :

    Exposição dos trabalhos dos alunos :

    Correção de cadernos/ atividades :

    Aprendizagem dos alunos :

    Projetos desenvolvidos :

    Metas atingidas :


    •  Quais recursos foram mais utilizados? De que forma?

    •  Avalie :
    • Supervisão de Estágio:

    • Orientação de Estágio:

    • Regente da turma:

    • Escola de Estágio:



    •  Defina seu Estágio em poucas palavras:


    •  Considerações relevantes ao Estágio:


    ATENCIOSAMENTE
    PROFESSORAS: FÁTIMA BAVARESCO E NEIVA KELHER
    SUPERVISORAS DE ESTÁGIO

    ALUNAS DA TURMA 10 QUE AUXILIARÃO A PROFª CLECIR NO ÉRICO

    JUNHO
    21/06-TERÇA:  BRUNA HARTMANN
    22/06- QUARTA:  ANDRESSA WESCHENFELDER
    28/06- TERÇA:  JÉSSICA ECKERT
    29/06- QUARTA:  LUANE DA SILVA
    30/06-QUINTA: LILIANE SIQUEIRA

    JULHO
    05/07- TERÇA: LARISSA FISCHER
    08/07- SEXTA: SÍLVIA BECKER
    13/07- QUARTA: LUCIANE BATISTA
    15/07- SEXTA: BIANCA KOELER

    AGOSTO
    02/08- TERÇA: TAILINE HENNICKA
    03/08- QUARTA: JÉSSICA GOMES
    10/08- QUARTA: ELAINE VATER
    11/08- QUINTA: BRUNA WECKER




    ATENCIOSAMENTE
    PROFª FÁTIMA
    COORD. PEDAGÓGICA DO CURSO NORMAL

    quinta-feira, 9 de junho de 2011

    5º ENCONTRO ESTADUAL DA CULTURA

    Neste encontro foi oportunizado aos participantes os seguintes tópicos: breve histórico do R.S ( chegada dos portugueses e negros; a estância e as charqueadas; os gaúchos e gaudérios) e a invisibilidade do negro na história e sua contribuição ao gauchismo ( culinária gauchesca; música regional e vocabulário gauchesco).
    O palestrante foi Luiz Claudio Knierim, do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore.
    O Curso Normal esteve representado pela Turma 30 e as professoras Fátima Bavaresco e Neiva Becker.









    "Nossos usos e costumes, nosso linguajar, nossa música regional, são resultados do nosso processo histórico e da base ou atividade econômica desenvolvida em nossa região". Luiz C. Knierim

    MÓBILES DE POESIA

    Na disciplina de Didática da Alfabetização e Linguagem, ministrada pela professora Juraci Mantay, as alunas da Turma 30, confeccionaram Móbiles de Poesias para serem utilizados em sala de aula, despertando nos alunos o gosto pela poesia. Os trabalhos ficaram lindos!











     Parabéns pela criatividade meninas!!!